Cabelos finos e couro cabeludo aparente: saiba tudo sobre a calvície feminina

Cabelos finos e couro cabeludo aparente: saiba tudo sobre a calvície feminina

Ao contrário do que muita gente pensa, as mulheres também podem se tornar calvas, e os dados provam. Segundo o Censo 2022 da Sociedade Internacional de Cirurgia de Restauração Capilar (ISHRS), 40% desse público no mundo sofre com a calvície feminina

E mais: de acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), 50% das brasileiras já são afetadas pela calvície em algum grau. A tendência é que esse número cresça no futuro, principalmente em mulheres com mais de 50 anos. 

Caracterizada pela perda de cabelo e pelo afinamento capilar, a calvície feminina é um problema latente capaz de afetar a autoestima de quem sofre com ela. 

Para enfrentar essa condição, primeiro, é necessário entendê-la. É por isso que neste texto vamos te contar tudo que você precisa saber sobre o assunto: o que é, as causas e como tratar a calvície feminina. 

O que é calvície feminina

A calvície, também conhecida como alopecia androgenética, é uma condição caracterizada pela perda, encurtamento e afinamento dos fios de cabelo. 

As suas causas, como veremos no próximo tópico, estão relacionadas à predisposições genéticas e a questões hormonais. 

Apesar de ser muito falada no caso masculino, a calvície também assola as mulheres. A diferença é que, por estar ligada a hormônios mais intensos no homem, os casos femininos tendem a se manifestar de forma menos expressiva. 

Assim como na calvície masculina, em mulheres ela se manifesta em estágios. Por isso, quanto mais tardio for o diagnóstico e o tratamento, mais intenso será o grau da alopecia e mais difícil será o processo de reversão. 

Você deve estar se perguntando: como saber em qual estágio eu estou?

Observe a classificação de Ludwig,  pioneira na caracterização da calvície de padrão feminino e uma das mais utilizadas. Nela, a alopecia androgenética é divida em três estágios:

  • Grau I: início da perda de cabelo na linha média do cabelo, ou seja, na linha central;
  • Grau II: maior espaçamento da linha central do cabelo, com ramificações laterais acentuadas;
  • Grau III: estágio mais avançado com perda intensa e generalizada de cabelo, notavelmente na coroa da cabeça;

Quais são as causas

Diferente da queda intensa de cabelo, que veremos no final deste texto, a calvície tem como causas fatores genéticos e hormonais, ambos interligados. 

Entenda mais sobre os dois:

Genética

Como sugerido pelo nome, a calvície causada pela genética está relacionada à hereditariedade. 

Ou seja, pessoas com incidência de calvície na família têm mais chances de apresentar essa condição. 

Mas como esse processo acontece?

Há um gene chamado AR, amplamente estudado por sua ligação com a calvície. 

Esse gene é um receptor de andrógenos capaz de aumentar a sensibilidade dos folículos capilares ao DHT, hormônio que leva à perda dos fios. 

Por estar localizado no cromossomo X, herdado das mães, existe a crença de que a calvície seria uma herança genética materna. 

Nesse caso, a calvície em homens (XY) seria mais comum, uma vez que eles precisam de apenas um cromossomo com o gene AR, enquanto as mulheres (XX) precisam de dois. 

O caso da calvície genética feminina já mostra que tanto o lado paterno quanto materno são decisivos para a hereditariedade da alopecia. 

Além disso, existem muito mais genes relacionados à perda de cabelo também ligados à herança paterna. 

Hormonal

No caso hormonal, a calvície está relacionada, principalmente, à ação da enzima 5-alfa redutase e do hormônio sensibilizador dos folículos capilares.  

A enzima 5-alfa redutase é responsável por converter testosterona em DHT (di-hidrotestosterona). Esse hormônio atrofia os folículos capilares, os encurta e afina, até que os fios deixam de nascer. 

Entenda o processo:

No bulbo capilar, além da 5-alfa redutase, há a aromatase. Essas duas proteínas metabolizam a testosterona. 

Enquanto a aromatase está ativa, a 5-alfa redutase está inativa e vice-versa. No entanto, existem casos em que a atividade dessa enzima é estendida. 

E quanto mais tempo a enzima 5-alfa redutase estiver em atividade, maior é a conversão de testosterona em DHT e mais são os fios que são perdidos e não renovados. 

Por isso, a calvície é caracterizada pela falta de cabelo, bem como um couro cabeludo mais exposto e fios pouco volumosos. 

Ainda que essa seja a principal causa da alopecia androgenética, a calvície feminina conta com mais fatores, veja um deles:

Menopausa

Segundo a SBD, cerca de 30% das mulheres terão problemas relacionados à calvície até os 50 anos de idade. 

Entre os 40 e 50 anos, as mulheres experienciam a menopausa, processo de interrupção permanente do ciclo menstrual. 

E é nesse período que a calvície passa a se manifestar em muitas mulheres. 

Isso acontece porque na menopausa os hormônios femininos, progesterona e estrogênio, diminuem significativamente. E em contrapartida, o hormônio masculino, testosterona, se sobressai. 

Com isso, mais testosterona chega ao bulbo capilar, se conecta a enzima 5-alfa redutase e é convertida em DHT, que sensibiliza os folículos e dá início ao processo da alopecia em mulheres. 

Sinais de calvície feminina

Como já vimos, e ainda nos aprofundaremos nas próximas partes, a forma como a calvície se apresenta no caso feminino e masculino não é a mesma. 

A calvície está relacionada ao hormônio testosterona, que no caso das mulheres, não é tão expressivo como nos homens. Por isso a calvície feminina tende a ser menos intensa, se comparada à masculina. 

Ainda assim, existem características específicas que vão te ajudar a identificar essa alopecia. São elas:

  • Perda capilar difusa, geralmente no topo da cabeça;
  • Couro cabeludo visível;
  • Afinamento dos fios;
  • Linha central espaçada;
  • Ramificações laterais na linha média (aspecto de árvore de natal).

Com medo de se tornar calva? Veja alguns pontos de atenção para saber se essa pode ser a sua situação.

4 pontos para saber se você tem risco de desenvolver a calvície 

Agora que você já sabe o que é a calvície, o que causa esse problema, vamos aprender quando há risco de tê-la e a identificá-la. Acompanhe!

Genética

Você tem casos de calvície na sua família? Se sim, existem chances de que você também apresente essa condição. 

Couro cabeludo visível

Você consegue enxergar o seu couro cabeludo? Se sim, esse é um grande sinal da calvície em mulheres. 

Conseguir ver essa parte dos fios não é normal. Isso indica que os seus cabelos estão extremamente finos e com pouca densidade. 

Mas o primeiro sinal aqui é a linha de divisão de cabelo, principalmente quando dividido no meio. Isso porque a linha começa a ficar maior, com aspecto de árvore de natal. Ou seja, irradiando para os lados, como vimos na imagem acima.

Cigarro

Você tem o costume de fumar cigarros no dia a dia? Se sim, saiba que os riscos de desenvolver essa alopecia são grandes. 

Se você tiver a tendência à calvície, fumar vai agravar o seu caso.

E atenção: além de intensificar a alopecia androgenética, o cigarro envelhece os seus cabelos precocemente e causa diversos problemas à saúde geral. 

Anabolizante

Você usa anabolizantes? Se esse for o seu caso, e tiver predisposição genética, você pode se tornar calva.

Os anabolizantes são substâncias derivadas da testosterona. Em excesso, as substâncias elevam o nível desse hormônio masculino. 

Além de causar desequilíbrio hormonal, isso intensifica a produção de DHT, que como já vimos, prejudica o nascimento capilar.

Calvície em mulheres x calvície em homens

A calvície é mais comum na população masculina, mas os casos femininos não ficam muito para trás. 

Como a testosterona é mais expressiva nos homens, os efeitos da alopecia androgenética são mais intensos e até mesmo mais facilmente visíveis. 

Sinais em homens:

  • Aparecimento de ‘entradas’;
  • Avanço de perda capilar até a região central da cabeça;
  • Início da calvície já na adolescência ou vida adulta.

Sinais em mulheres:

  • Perda difusa de cabelo;
  • Afinamento generalizado;
  • Espaçamento da linha central;
  • Desenvolvimento da calvície mais comum após os 40 anos.

Calvície é o mesmo que queda intensa?

Apesar de, muitas vezes, utilizados como sinônimos, a calvície e a queda intensa de cabelo não são a mesma condição. 

A queda intensa de cabelo é caracterizada pelos fios que caem de forma excessiva e de forma repentina. 

Já a calvície, como você leu durante o texto, tem como características o encurtamento e afinamento dos fios, que param de nascer. Nesse caso não há queda, mas sim a perda capilar. 

As causas também diferem. 

Enquanto a calvície é influenciada pela genética e por hormônios, a queda intensa tem diversos motivos: de deficiência nutricional à infecção por covid-19. 

Tratamento para calvície

Depois de entender o que é, suas causas, sinais e como se manifesta, fica a pergunta: alopecia androgenética em mulher tem cura?

Infelizmente, a calvície em mulheres (e também homens) não tem cura. 

Porém, é possível tratá-la e ter resultados significativos em alguns meses, a depender do grau de evolução da alopecia. Ou seja, ela tem controle. Mas como?

Inibidores

A utilização de produtos inibidores da enzima 5-alfa redutase é uma ótima estratégia para combater a calvície. 

Isso porque essas substâncias conseguem bloquear a ação dessa enzima. 

Assim, é possível reduzir a conversão de testosterona em DHT. Isso impede que os folículos capilares sejam atrofiados, ou seja, encurtados e afinados. 

Dessa forma, os cabelos que antes eram impedidos de crescer, passam a se renovar e nascer com densidade. 

O óleo de semente de abóbora é um exemplo poderoso dessas substâncias. Ele tem se mostrado bastante eficaz em sua ação inibidora da enzima causadora da calvície. 

O melhor é que o óleo de semente de abóbora é uma opção natural que te ajuda a tratar a perda capilar sem efeitos colaterais — muito comuns em medicações genéricas populares, como minoxidil para calvície

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