
Conheça 5 principais tipos de alopecia
O corpo humano é extremamente complexo. Basta a ausência de uma vitamina, algum hormônio em desequilíbrio ou até uma resposta autoimune para que tudo saia de ordem. E essa desordem, inclusive, pode fazer com que as pessoas sofram com diversos tipos de alopecia. Ou seja, com a diminuição, afinamento, perda ou queda dos cabelos.
Seja qual for o tipo da sua condição capilar, antes de buscar uma solução, é fundamental compreendê-la. Conheça neste texto algumas das principais alopecias, suas causas e as possibilidades de tratamento.
O que é alopecia?
A alopecia está relacionada à diminuição, queda ou à perda de cabelo ou pelos pelo corpo, mas se manifesta, principalmente, no couro cabeludo.
Existem diferentes tipos de alopecia, sintomas e tratamentos diversos. Entre os seus principais tipos se destacam:
- Alopecia androgenética;
- Eflúvio telógeno;
- Alopecia cicatricial;
- Alopecia areata;
- Alopecia por tração.
As causas dessas condições também são variadas: elas vão desde a falta de nutrientes até uma resposta autoimune.
Veja cada uma delas em detalhes nos tópicos a seguir.
Alopecia androgenética
A alopecia androgenética ou a famosa calvície é uma condição caracterizada pelo afinamento dos cabelos e evidência do couro cabeludo.
Muito confundida com a queda intensa de cabelo (eflúvio telógeno), que veremos no próximo tópico, essa alopecia não apresenta queda em excesso de fios, mas sim a perda.
Por isso, se está com dúvida se tem alopecia ou queda de cabelo, é preciso identificar se ocorre a queda intensa. Isso porque a calvície não apresenta esse sintoma.
Mas atenção, é possível ter um quadro combinado dessas condições, por isso é interessante ter um suporte no momento da escolha da melhor linha de tratamento para a sua necessidade.
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Causas:
A alopecia androgenética é influenciada por fatores genéticos e hormonais. Ela ocorre por conta da proteína 5-alfa redutase, localizada no bulbo capilar.
Lá, essa enzima é a responsável por converter a testosterona (hormônio andrógeno masculino, mas também presente em mulheres) em di-hidrotestosterona (DHT), hormônio andrógeno ainda mais poderoso.
O DHT, por sua vez, sensibiliza os folículos capilares. Como resultado, eles se tornam curtos e finos, até que os fios param de crescer e de se renovar — o que marca o início da calvície.
Em alguns casos, a ação da enzima 5-alfa redutase é estendida. Com isso, há uma maior conversão em DHT e mais folículos sensibilizados.
Principais sinais:
- Cabelos finos;
- Couro cabeludo visível;
- Linha média do cabelo espaçada com ramificações laterais (caso feminino);
- Avanço de entradas até a região central da cabeça (caso masculino).
Tratamento:
A alopecia androgenética não possui cura. Porém, com o tratamento adequado é possível recuperar os cabelos com resultados significativos.
Uma vez que a calvície ocorre pela atividade da 5-alfa redutase, para tratar a alopecia é necessária a utilização de inibidores dessa enzima.
Ao bloquear a ação da enzima 5-alfa redutase, a conversão de testosterona em DHT é reduzida e o processo de encurtamento e afinamento dos fios é barrado.
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Essa substância consegue inibir a ação da enzima causadora da calvície de forma natural e sem efeitos colaterais desconfortáveis.
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Eflúvio telógeno
O eflúvio telógeno é caracterizado pela queda intensa e repentina de cabelo. Ele ocorre de forma difusa, ou seja, por todo o couro cabeludo.
Por conta disso, e por uma de suas principais causas estar relacionada à deficiência de ferro, esse é um dos quadros mais comuns e que mais impacta a autoestima das pessoas.
Afinal, a queda intensa provoca reações de medo, angústia e incertezas quanto à recuperação capilar.
Mas, se você está sofrendo com isso, saiba que existe sim tratamento!
Causas
O eflúvio é resultado de um evento traumático ao corpo ou de algum desequilíbrio hormonal, como:
- Falta de nutrientes;
- Emagrecimento rápido;
- Pós-parto;
- Infecções, como dengue e covid-19;
- Cirurgias.
Principais sinais:
Você provavelmente está lidando com o eflúvio telógeno se observar que os seus cabelos caem intensamente nas seguintes situações:
- Na escova ao pentear;
- No ralo ao lavar;
- No travesseiro ao levantar;
- Nos dedos ao passar as mãos.
Tratamento:
Como as causas do eflúvio telógeno são diversas, o tratamento adequado também varia.
Em grande parte dos casos de queda intensa de cabelo, a deficiência de nutrientes é a principal causa.
E mais de 80% desses casos estão relacionados a ausência de ferro ou ferritina (proteína que armazena o ferro).
Nesse caso, é crucial manter uma alimentação rica em proteínas, vitaminas e minerais.
Além disso, é inteligente consumir suplementos de qualidade para atingir os seus níveis nutricionais ideais com rapidez, reduzir a queda capilar e potencializar o crescimento dos fios.
Alopecia cicatricial
Na alopecia cicatricial a pele do couro cabeludo é substituída por cicatrizes.
Essas cicatrizes são formadas por tecidos fibrosos e impede que os folículos capilares se regenerem e renovem.
São dois tipos de alopecia cicatricial:
- Primária: causada por doenças afetam o folículo capilar diretamente;
- Secundária: causada por um evento traumático externo, como queimaduras, tração, infecções, produtos químicos etc.
Conheça um dos tipos de alopecia cicatricial a seguir.
Frontal fibrosante
A alopecia frontal fibrosante é um tipo de alopecia cicatricial primária. Essa condição é caracterizada pela queda lenta e progressiva do cabelo na parte frontal do couro cabeludo.
Causas:
Esse tipo de alopecia ainda não tem um causa determinada.
No entanto, existe a hipótese de que fatores genéticos, alterações hormonais e fatores externos podem ser causas desse tipo de alopecia.
Principais sinais:
- Perda de cabelo na região frontal;
- Recuo da linha do cabelo na testa;
- Sensibilidade;
- Irritação.
Além disso, é comum que a região afetada por essa condição seja lisa e brilhante
Tratamento:
Ainda não há cura para a alopecia frontal fibrosante.
Entre as possibilidades de tratamento, há o uso de corticoides. Mas essa não é a única opção, havendo métodos cada vez mais práticos e menos incômodos.
Por isso, o acompanhamento profissional é o mais indicado nesse caso.
Alopecia areata
A alopecia areata é uma condição inflamatória em que há queda de cabelo de forma irregular e localizada.
É caracterizada por falhas arredondadas no couro cabeludo. Esse padrão também pode aparecer em outras partes do corpo, como sobrancelhas, barbas e cílios.
Esse problema independe do sexo e pode afetar qualquer pessoa, embora o Ministério da Saúde aponte que em 60% dos casos seus portadores tenham menos de 20 anos.
Causas:
Esse tipo de alopecia é considerada uma doença autoimune. Ou seja, quando o sistema imunológico ataca as células, incluindo as do couro cabeludo.
Com isso, os fios caem e não conseguem crescer novamente.
Principal sinal:
- Perda capilar que forma padrões arredondados no couro cabeludo, sobrancelhas, cílios e barba.
Tratamento:
O tratamento geralmente inclui a utilização de corticoides (anti-inflamatórios) que devem ser acompanhados por profissionais.
Alopecia por tração
A alopecia por tração tem como característica a perda de fios pela tração excessiva e prolongada da raiz capilar.
Nesse caso, os fios são arrancados em situações diversas, como em penteados, o que provoca dano aos folículos capilares.
Esse é um problema que afeta com frequência bailarinas e esportistas, como ginastas, que precisam usar penteados firmes.
Causas:
- Uso de penteados, como rabo de cavalo, tranças, coques muito apertados;
- Uso de extensões capilares.
Principais sinais:
- Enfraquecimento;
- Queda;
- Inflamação;
- Coceira;
- Vermelhidão.
Tratamento:
Se essa tração for prolongada, a perda capilar pode se tornar irreversível.
Nas situações reversíveis, cessar a utilização de penteados que puxam demais a raiz é uma estratégia eficaz.
Ainda, é benéfico utilizar tônicos capilares que estimulem o crescimento dos fios e fortaleçam os folículos.
A alopecia tem cura?
Para responder a essa pergunta, é preciso saber qual é o tipo de condição. Ainda assim, existe tratamento para os diferentes tipos de alopecia.
O tratamento pode passar pela mudança de hábitos, como seguir uma alimentação saudável, se atentar aos cuidados diários com o cabelo e investir em suplementação e em cosméticos de qualidade.
Mas, o mais importante é saber que você não está mais sozinha, e podemos te ajudar a encontrar a linha de tratamento ideal para sua necessidade.
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